quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Quando penso em abraçar um amigo

Acabei de perceber que já fiz cinco vídeos desde 2006. Os cinco para os meus amigos. Quando dizem que a família é tudo, eu concordo plenamente. Só acho incompleto, amigo é tudo também. Eu olho a minha história e não sei dizer o que seria de mim sem meus amigos. Uma grande sorte, um grande aprendizado. Com cada um.

Quando penso em abraçar um amigo – vontade que siempre me dá – lembro de como é bom tê-lo por perto. É como se um coração trocasse uma ideia com o outro. É o Namastê em sua plenitude. É sempre bom, sempre renovador, sempre pôr-do-sol.


É gostoso como uma pena molhada de tinta escrevendo bonito em um papel amarelado. Bom como o cheiro de café às 8h da manhã ou incensos no fim da tarde pra relaxar. Divertido como um churrasco no domingo com sol e piscina. Leve como uma canga bem colorida. 

Tempo, distância e obstáculos são relativos. É o encontro com almas da mesma espécie, como anjos, que fazem trocas com você. Via de duas mãos. Uma mão tá com a outra e lava tudo junto. Me sinto abençoada de encontrar tanta gente fina, elegante e sincera. Fico emocionada, nem sou sensível. Amo bagarai todos.

Namastê!


Um fofinho do Google Images - Um dia eu faço uma... Na Índia.






Um comentário :

  1. sensação natalina (abster o pragmatismo da idade adulta e retornar aos mistérios infantis): entrelaçar todos os amados amigos em um laço só!

    ResponderExcluir